fev 24 2010

Inglaterra: Profissionais demitidas por oferecerem oração

A notícia abaixo data do fim do ano passado, mas decidi postar no blog por retratar o clima secularista e anti-cristão que tem varrido a Europa. Embora tudo isso nos pareça ainda muito distante da realidade brasileira, o que tem ocorrido na Europa deveria nos deixar atentos, uma vez que não é tão difícil encontrar atitudes similares aqui no Brasil.

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Há poucos dias tinha sido a vez da enfermeira Caroline Petrie ser demitida de um Hospital, porque em conversa informal havia oferecido a familiares de um doente desenganado orar pelo mesmo (foi posteriormente readmitida após um clamor popular). Agora é a vez de Olive Jones, uma professora de matemática há 20 anos, residente em Weston-super-Mare, Somerset, ser demitida de uma escola em Oak Hill porque, quando visitando um aluno doente em sua residência (de pais agnósticos) ter se oferecido para orar por ele.

A professora Olive foi acusada de bullying (molestação, constrangimento) e disse se sentir tratada como uma criminosa. Essas são expressões cotidianas da onda de cristianofobia resultante da ideologia multiculturalista-pluralista-politicamente correta crescente na Europa, e que no Reino Unido foi adotada pelo Estado durante a gestão do primeiro-ministro Tony Blair e o seu “Novo Trabalhismo”.

Vinte anos depois da queda do muro de Berlim, o totalitarismo anti-religioso (e, particularmente, anticristão) ressurge, com toda a força, no Ocidente.

Fonte: www.anglican-mainstream.net.
Via: Diocese Anglicana do Recife

fev 22 2010

Pouco

O que podemos fazer para Deus?

@filipeflexa

http://www.myspace.com/filipeflexa


fev 22 2010

Muita coisa estranha (2)

No último dia 05, publiquei o post Muita coisa estranha, no qual citei algumas notícias que assustam muitos crentes, mas que não passam de demonstrações do que está escrito em II Pe. 2:1: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” .

A notícia abaixo é mais um exemplo desse tipo de coisa.

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Sou muçulmana e cristã

A Revda. Ann Holmes Redding está praticando duas religiões que ela diz serem compatíveis no nível mais básico, mas vários acadêmicos religiosos insistem que as duas são mutuamente exclusivas.

Redding é pastora episcopal há 20 anos e muçulmana há 15 meses. Logo depois do meio-dia nas Sextas-feiras, a Rev. Ann Holmes Redding ata um véu preto, preparando-se para orar com seu grupo muçulmano na First Hill.

Domingos de manhã, Redding veste seu colarinho branco de pastora episcopal. Ela faz as duas coisas, diz ela, porque ela é cristã e muçulmana.

Redding, que até recentemente era diretora de formação de fé na Catedral Episcopal de São Marcos, é pastora há mais de 20 anos. Agora ela pode dizer às pessoas que nos últimos 15 meses ela é também uma Muçulmana – atraída pela fé depois que uma introdução a orações Islâmicas a deixaram profundamente tocada.

“Eu sou Muçulmana e Cristã, assim como sou Americana e descendente de Africanos e uma mulher. Sou ambos 100%.”

Redding não acha que ela tem que resolver todas as contradições. Pessoas numa religião nem mesmo conseguem concordar em todos os detalhes, diz ela. “Então por que iria eu gastar tempo tentando conciliar toda a crença Cristã com todo o Islã?” “No nível mais básico, eu entendo que as duas religiões são compatíveis. É tudo o que eu preciso.”

Redding experimentou racismo em escolas, foi abusada sexualmente e ao entrar na vida adulta lutava com alcoolismo; ela está na recuperação há 20 anos.

Apesar dessas dificuldades, ela formou-se na Brown University, graduou-se no Mestrado de dois seminários e recebeu seu Ph.D. em Novo Testamento do Union Theological Seminary na cidade de Nova Iorque. Ela se sentiu chamada para o pastorado e foi ordenada em 1984.

No Outono de 2005, um líder local Muçulmano fez uma palestra na catedral, e orou com os presentes. Redding foi tocada. Ao cair de joelhos e se esticar no chão, pareceu que todo o seu corpo estava envolvido em entrega a Deus.

Depois na Primavera, na classe de inter-religião em São Marcos, um outro líder Muçulmano ensinou uma prece cantada e liderou uma meditação sobre abrir o coração. O canto falou à cantora dentro de Redding; a meditação falou ao seu coração. Ela começou a recitar a prece diariamente.

De várias formas, diz ela, “vir para o Islã foi como entrar numa família da qual estava distanciada. Nós não somente temos o mesmo Deus, mas o mesmo ancestral com Abraão.”

“As crenças teológicas são irreconciliáveis”, diz Mahmoud Ayoub, professor de estudos Islâmicos e religiões comparadas na Temple University na Filadélfia. O Islã acredita que Deus é um, único e indivisível. “Para Muçulmanos dizer que Jesus é Deus seria blasfêmia.”

“Eu só acho que esse tipo de coisa não funciona”, diz Frank Spina, um pastor Episcopal e também professor de Antigo Testamento e teologia bíblica no Seattle Pacific University. “Eu acho que você tem que abrir mão do que é essencial para o Cristianismo para dar os passos que ela deu.” “A essência do Cristianismo não é que Jesus foi um grande rabbi ou mesmo um grande profeta, mas que ele é a própria encarnação do Deus que criou o mundo… O Cristianismo se firma ou cai de acordo com quem Jesus é.”

Redding sabe que há muitos Cristãos e Muçulmanos que não a aceitarão como ambos.

“Eu não me importo”, diz. “Eles não podem levar embora meu batismo.” E até onde saiba, uma vez que ela tenha feito sua profissão de fé para tornar-se Muçulmana, ninguém pode dizer que ela não é uma tampouco.

Fonte: The Seattle Times (trechos)
Tradução: Gustavo K-fé Frederico
Via: Pavablog

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fev 18 2010

Conselho aos novos convertidos

Nesta semana estou no Rio de Janeiro. Depois de participar de um retiro, estou passando alguns dias com a família. No fim de semana volto à Curitiba. Enquanto isso, quero indicar o vídeo abaixo. Nele, John Piper fala sobre algo que não apenas deve ser ensinado aos novos convertidos mas também ser relembrado pelos estão que há mais tempo no Caminho.


fev 11 2010

Um legado, uma recompensa

Quando refletimos sobre a morte, ao menos duas perguntas deveríamos fazer a nós mesmos. A primeira é sobre o que dirão sobre nós. A segunda é o que Deus dirá. A primeira está ligada ao nosso legado. A segunda, à nossa recompensa. A primeira diz respeito ao que deixaremos. A segunda, ao que receberemos.

É verdade que poucos morrem como o perverso Jeorão, que “se foi sem deixar de si saudades” (2 Cr. 21:20). A maioria das pessoas deixam saudades ao menos em seus familiares. Contudo, são pouquíssimos os que partem como a costureira Dorcas. Mulher notável pelas boas obras e esmolas que fazia, sua morte causou tal comoção que as viúvas que recebiam sua ajuda mostravam a Pedro as túnicas e vestidos que Dorcas fizera. Essa mulher havia deixado uma marca, gerada pelo serviço, e não pelo parentesco ou pela simples amizade. O resultado de tudo isso foi sua ressurreição (At. 9:36-43). Quem dera houvessem muitos outros como Epafrodito, homem que, pela obra de Cristo, chegou às portas da morte e se dispôs a dar a própria vida. Tal foi sua dedicação e seu serviço ao Evangelho que, se tivesse morrido, Paulo afirma que teria tristeza sobre tristeza (Fp. 2:25-30). O serviço desse homem havia deixado marcas na vida do apóstolo. Como seria bom se, quando partirmos, deixássemos esse testemunho de vida, esse legado aos homens. Como seria bom se nossos filhos declarassem: “Nossos pais confiaram em ti… e não foram confudidos” (Sl. 22:4,5).

Quanto à segunda pergunta, como seria maravilhoso que todos nós ouvíssemos do Senhor: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt. 25:21). Sobre esse tema, as palavras de Jesus são suficientemente claras, e dispensam comentários:

Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. … sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. … Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer” (Mt. 25:34-46).

Que tenhamos uma vida marcada pelo serviço, a fim de que possamos deixar um legado aos homens, e receber nossa recompensa em Deus.

Em Cristo,

Anderson Paz

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