abr 28 2012

Tempo precioso

Você deve ter percebido que o Pensando a Vida passou por um longo período sem atualizações. Isso ocorreu devido a uma série de exigências do dia-a-dia, além do fato de que, no último mês, foquei minha atividade na internet no blog Conexão Eclésia, que mantenho com um grupo de amigos.

Durante os últimos três meses tive a oportunidade de desfrutar de tempos preciocíssimos, especialmente em alguns retiros que participei. O último deles foi o Encontro para pastores e líderes promovido pelo CMT (Comunhão de Ministérios Translocais), na cidade de Bauru/SP, entre os dias 20 e 22 de abril.

Com o vídeo abaixo quero compartilhar um pouco do que vivenciei em Bauru. Espero que vocês sejam edificados.

Em Cristo,

Anderson Paz


mai 6 2011

Que condição Deus estabeleceu para a salvação?

Autor: Jorge Himitian
Fonte: El señorio de Jesúcristo**

Por muitos anos pregamos e insistimos que a condição para ser salvo era aceitar a Jesus como Salvador pessoal. De fato, Cristo é o único salvador; a Bíblia diz isso com clareza. Sem Jesus não há salvação (Atos 4:12). Mas esse não é o problema. A questão é: segundo a Bíblia, o que Deus requer do pecador para salvá-lo?

Parece assombroso, mas não encontramos nenhum texto do Novo Testamento que afirma que Jesus nos salva por recebê-lo como nosso Salvador. Em Rm. 10:8–9, o apóstolo Paulo declara: “isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”.

Um estudo cuidadoso do Novo Testamento revela que a CONDIÇÃO para ser salvo é reconhecer a Jesus Cristo como o “KYRIOS.” A tradução em português desta palavra grega é SENHOR.

No dia de Pentecostes, o apóstolo Pedro conclui sua pregação com estas palavras: “a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (At. 2:36).

Paulo respondeu ao carcereiro de Filipos, quando este lhe perguntou: “o que devo fazer para que seja salvo?” com a exortação: “Crê no Kyrios Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At. 16:30–31).

Em 2 Cor 4:5, diz o apóstolo: “Pregamos… a Cristo Jesus como Kyrios (Senhor)”. Em I Cor 1:2, afirma que a igreja inclui “todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Kyrios Jesus Cristo, Senhor deles e nosso””.

O termo Kyrios, com referência a Jesus, é mencionado no Novo Testamento mais de 600 veces. O termo SALVADOR, com referencia a Jesus, é mencionado só 16 veces.

                   KYRIOS  SALVADOR
Nos Evangelhos       130      2
Em Atos              170      2
Epístolas de Paulo   260      6
Resto do N.Test.      50      6     
TOTAL                610     16

Se trata apenas de uma questão de terminologia? ¡Definitivamente não! É um assunto fundamental que envolve a teologia da salvação, e requer série consideração.

Os apóstolos nunca mutilaram o evangelho apresentando a Jesus só como Salvador. A proclamação apostólica afirma: Jesus Cristo é o  Filho de Deus que morreu, ressuscitou e é o Senhor.

Para ser salvo, o pecador tem que crer em Cristo e confessá-lo como seu SENHOR com todas as implicações. Aceitar a Jesus só como um Salvador pessoal, é uma tentativa de receber perdão, salvação, paz, felicidade e vida eterna sem submeter-se efetivamente à autoridade de Jesus. Mas essa possibilidade no existe no Novo Testamento. Jesus me salva e me dá todos os benefícios da salvação quando dobro meus joelhos diante dele, confessando-o como Senhor. Isso implica no fim de minha rebelião e na aceitação de seu governo sobre minha  vida. É uma entrega completa de minha vida, que inclui tudo o que sou e o que tenho: minha família, minha casa, meus bens, meu dinheiro, meu tempo, meus planos, meu tudo, absolutamente tudo.

Aceitar a Jesus como Senhor significa reconhecê-lo como Amo, Dono, Mestre e suprema autoridade sobre minha vida. Para que Jesus seja meu Salvador devo reconhecê-lo como meu Senhor. Este é o ponto central do Evangelho do Reino de Deus.

(**) – Texto apresentado por Jorge Himitian em Conferência da Apostolic International Fellowship

abr 29 2011

Mortos e sepultados

Autor: Jorge Himitian

Fonte: O Kerigma Apostólico
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“Tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos” (Cl. 2:12)

Estamos mortos com Cristo Jesus. Não temos porque pecar. O pecado já não tem poder sobre nossa vida. Fomos libertos pela morte de Jesus. A figura que Paulo usa em Romanos 6 é a figura de um amo e um escravo. Nela o amo é o pecado e o escravo somos nós. O pecado é representado por um amo muito malvado, dominador, tirano, que nos obriga a pecar compulsivamente. Antigamente um escravo não tinha possibilidade de ser liberado, não possuía recursos e nem dinheiro. O escravo só contava com uma saída para ser livre de seu amo: A morte. Um dia esse escravo morreu; e seu amo perdeu toda autoridade sobre ele. A morte foi sua libertação.

Nós não temos mais porque obedecer ao antigo amo: o pecado. Podemos equivocar-nos, o inimigo tenta enganar-nos, porém temos que agarrar-nos à Palavra de Deus e crermos na verdade. Declaremos ao pecado e a Satanás: “Estamos mortos com Cristo Jesus, estamos crucificados, já não vivemos mais para nós; Cristo vive em nós. Somos livres!

Estamos mortos para o pecado. A palavra morte significa ruptura definitiva de relações. Nós em Cristo rompemos definitivamente todo vínculo com o pecado e juntamente com Ele ressuscitamos.

Jorge Himitian


fev 2 2011

Deus permanece entre nós

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No dia 19/01, meu amigo @Cristiano_Brum publicou no blog Conexão Eclésia um trecho do livro “Projeto do Eterno”, de autoria de Jorge Himitian. Quero compartilhar com vocês o mesmo trecho, cujo assunto é a natureza da Igreja. Vale a pena ler, refletir e se inspirar

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Em um mundo dividido, onde reina o individualismo, a injustiça, o egoísmo, a competição e as guerras, a Igreja é a parte da humanidade que, em Cristo, se reencontrou com Deus para se tornar um com Ele – é a humanidade reconciliada. A Igreja, em sua natureza essencial, é perdão, paz, reconciliação, serviço e amor. A Igreja é comunidade, família e unidade. É o ósculo santo, o abraço fraterno, o pão compartilhado, a comunhão de bens e o afeto entranhável. É o fim da solidão, do individualismo, das divisões e das guerras. A Igreja é o “shalom” (paz) de Deus instalado entre os homens para manifestar ao mundo o maior de todos os milagres: a unidade.

Jorge Himitian


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