abr 19 2011

Quero enxergar o Jesus autêntico

Autor: John Stott
Fonte: Livro “O Discípulo Radical“, lançamento da editora Ultimato.

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“É lógico que, se maturidade cristã é maturidade em nosso relacionamento com Cristo, no qual o adoramos, confiamos nele e lhe obedecemos, então, quanto mais clara for a nossa visão de Cristo, mais convencidos nos tornamos de que ele é digno de nossa dedicação. [...]

A verdade é que existem muitos “Cristos” sendo oferecido nas religiões comerciais do mundo, e muitos deles são falsos Cristos, Cristos distorcidos, caricaturas do Jesus autêntico. [...] Assim, se queremos desenvolver uma maturidade verdadeiramente cristã, precisamos, acima de tudo, de uma visão renovada e verdadeira sobre Jesus Cristo – principalmente de sua supremacia absoluta, da qual Paulo fala em Colossenses 1.15-20. [...]

Paulo proclamou Cristo como Senhor – como Senhor da criação (aquele por meio de quem todas as coisas foram feitas) e como Senhor da igreja (aquele por meio de quem todas as coisas foram reconciliadas). Por causa de quem é (a imagem e plenitude de Deus) e por causa do que ele fez (aquele que criou e reconciliou), Jesus Cristo tem uma dupla supremacia. Ele é cabeça do universo e da igreja. Ele é o Senhor de ambas as criações.

Se a venda fosse retirada dos nossos olhos, se pudéssemos ver Jesus na plenitude de quem ele é e do que ele tem feito, certamente veríamos o quanto ele é digno da nossa dedicação apaixonada. A fé, o amor e a obediência brotariam de nós e cresceríamos em maturidade. Nada é mais importante para um discipulado cristão maduro do que uma visão renovada, clara e verdadeira do Jesus autêntico”.

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Estou comprometido a perseguir a maturidade na vida cristã e, portanto, quero ter meus olhos abertos para contemplar a glória de Cristo. Perseguindo esse alvo estarei durante os dias 21, 22 e 23 deste mês participando do Retiro para pastores e líderes que será realizado no Rio de Janeiro com Jorge Hmitian, pastor da Comunidad Cristiana en Buenos Aires.

O tema do retiro será o Kerigma Apostólico, ou seja, a proclamação dos apóstolos acerca da pessoa e da obra de Jesus.

As reuniões do retiro (às 9h00 e às 18h00) serão transmitidas ao vivo pelo canal AMD7, transmitido pelo video player abaixo.

Watch live streaming video from amd7 at livestream.com

mar 31 2011

Do que não se deve rir.

Recentemente, logo após a tragédia que devastou o Japão, vi uma brincadeira na internet envolvendo essa calamidade. Creio que brincadeiras como essa, quando feitas por cristãos, demonstram no mínimo desatenção ao que é dito em Eclesiástes 3:4 ( há “tempo de chorar, e tempo de rir”), e esquecimento da clara determinação apostólica que diz: “Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram” (Rm. 12:15).

Não se deve fazer piada com tudo. Como disse A. W. Tozer: “Poucas coisas são tão benéficas na vida cristã como um agradável senso de humor, e poucas são tão mortais como um senso de humor descontrolado”. Saber brincar na hora certa e com as coisas certas é evidência de maturidade. Há coisas das quais não se deve rir, e que não deveriam ser motivo de diversão, como a tragédia ou o pecado. Fico preocupado ao ver cristãos fazendo de coisas das quais não se deve rir motivos de diversão, distração, lazer e passa-tempo.

Lembro-me de Ló, que foi guardado da distruição de Sodoma, porque “este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo sobre as suas obras injustas” (II Pe. 2:8). Lembro-me também da visão que Ezequiel teve, na qual eram marcadas as pessoas que suspiravam e que gemiam por causa das abominações que se cometiam em Jerusalém, para que essas pessoas fossem guardadas do juízo que viria sobre aquela cidade (Ez. 9). Ao ler esses exemplos bíblicos, fico a pensar em como um cristão pode fazer da exibição do pecado, como ocorre em programas como BBB e novelas, um meio de lazer ou diversão. O pecado não deveria ser meio de distração.

Fica o tema para pensar.

Em Cristo,

Anderson Paz

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nov 24 2010

Aprendendo a descansar

O texto abaixo escrevi para o blog Conexão Eclésia, e foi postado lá no mês passado, como parte da temporada de estudos Plenitude. Pra quem não leu lá, agora pode ler aqui.

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“Deus é quem dá o crescimento”. Esta declaração, apesar de simples, traz em si uma verdade essencial para todos os que se comprometeram com a maturidade cristã. Ela nos guarda de andarmos angustiados e ansiosos na tentativa de realizar algo que não é da nossa competência. Sempre precisamos lembrar que o crescimento não é obra humana, mas divina. Sendo assim, o nosso papel em nossa transformação à imagem de Cristo consiste tão somente na humilde confiança e no descanso em Deus. Contudo, é preciso que fique claro e nítido que descansar em Deus não é, de forma alguma, sinônimo de ócio. Muito pelo contrário, descansar em Deus representa muito trabalho. Se assim não fosse, Paulo não teria dito:

“Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (I Co. 3:6).

À luz das Escrituras, compreendo que, no que tange ao nosso crescimento em Cristo, o descanso em Deus consiste em pelo menos três atitudes.

A primeira delas é o fato de que descansar em Deus é realizar tudo o que é de nossa competência, deixando os resultados, a parte mais difícil, com Deus. Portanto, o descanso é a firme confiança na Palavra de Deus e o compromisso em praticá-la. Nós, humanos, fracos e limitados, não podemos efetuar por nós mesmos a maturidade. Seja a nossa, seja a dos que estão ao nosso redor. Contudo, a nós nos cabe o “plantar e regar”.

Além disso, descansar em Deus também consiste em confiar que “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” (Rm. 8:28 NVI). Se não enxergarmos todas as coisas sob essa ótica, não poderemos desfrutar do crescimento que vem dEle.

Por fim, descansar em Deus é reconhecer humildemente que todo o mérito pelo crescimento é do próprio Deus, e não nosso. É Ele quem opera toda transformação e concluirá a boa obra que começou em nossas vidas. Lembrar dessas verdades nos renova, pois nos livra de toda sobrecarga, frustrações e desapontamentos, e também nos desafia ao nos chamar a exercermos com diligência e fidelidade aquilo que é de nossa responsabilidade.

Sendo assim descansar é parte do trabalho que temos pela frente sabendo que ele é para nós tudo, age em todas as coisas e fará todas as coisas para que cresçamos. Cabe a nós sermos fiéis.

Anderson Paz

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set 21 2010

O imaturo

Fonte: Conexão Eclésia

Inconveniência, orgulho, disputas, intrigas, divisões, insubmissão… Quantos problemas alguém imaturo e alheio ao compromisso com o crescimento pode gerar?

Aguarde o próximo vídeo

Vídeo Anterior: Gospel Power Mass


set 20 2010

Gospel Power Mass

Fonte: Conexão Eclésia

Vídeo anterior: Prato do dia

Aguarde os próximos episódios…


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